"Ser testemunha do amor de Deus crucificado,

sendo filho da serva de Deus"

Comunidade Maria Nossa Mãe

Mistérios Dolorosos

30 JAN 2017
30 de Janeiro de 2017

Todo o Rosário inicia-se com o Sinal da Cruz (Em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo).

 Logo após segurando o Crucifixo do terço reza-se o Credo

CREIO EM DEUS PAI Todo-poderoso, Criador do céu e da terra e em Jesus Cristo, seu único Filho, Nosso Senhor que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, desceu à mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai Todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos; creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna. Amém.

Reza-se o Pai Nosso

PAI NOSSO, que estais nos céus, santificado seja o Vosso nome, venha a nós o Vosso reino, seja feita a Vossa vontade, assim na terra como no céu. O PÃO NOSSO de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. Não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.

 Em cada uma das 3 contas pequenas reza-se:

AVE MARIA, cheia de graça, o Senhor é Convosco; bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o Fruto do Vosso ventre, Jesus. SANTA MARIA, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte./ Amém.

 No intervalo entre estas 3 contas e a próxima conta grande, reza-se:

GLÓRIA AO PAI, ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Ó MEU JESUS, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas para o céu e socorrei principalmente as que mais precisarem.

 Após este momento inicial se rezará 5 mistérios constituídos por um Pai Nosso, 10 Ave-marias e um Glória à Trindade.

No Primeiro Mistério Doloroso contemplamos a agonia e oração de Jesus no Horto das Oliveiras

Jesus se retirara para orar, antes de ser preso. Uma angústia mortal o invadiu ao pensar no que iria sofrer para remir o gênero humano do pecado. “E entrando em agonia orava sem cessar. E seu suor foi como gotas de sangue, que caíam sobre a terra.” Cristo nos havia ensinado a orar constantemente por nossas necessidades, e disto nos deixou magnífico exemplo neste momento difícil. Atenderá Deus sempre nossa oração, ou nos livrando do sofrimento ou nos dando a força necessária para suportá-la cristãmente.
No Segundo Mistério Doloroso contemplamos a flagelação de Jesus.

Traído e abandonado, Jesus foi conduzido perante os sumos sacerdotes que o entregaram a Pôncio Pilatos, governador romano da Judéia. Apesar de convencido da inocência de Cristo e de a ter proclamado, cedeu Pilatos, por covardia à pressão da turva enfurecida e ao ódio dos sacerdotes judeus, fazendo prevalecer seu mesquinho cálculo político sobre suas funções sagradas de magistrado. “Então Pilatos querendo agradar a turba, soltou Barrabás, e, depois de ter feito flagelar a Jesus, o entregou para ser crucificado.”
No Terceiro Mistério Doloroso contemplamos a coroação de espinhos.

Após o tormento brutal dos açoites, novos tormentos aguardavam seu divino corpo. “Então os soldados do governador levaram Jesus ao pretório e reuniram toda a guarda em sua volta. Despojaram-no de suas vestes e o revestiram com um manto de púrpura. Fizeram uma coroa de espinhos que lhe puseram na cabeça e uma cana em sua mão direita.” Nestas condições tão próprias a suscitar a compaixão de quem quer que o visse, tornou Pilatos a apresentá-lo à plebe excitada, dizendo: “Ecce homo!” (“Eis o homem!”)
No Quarto Mistério Doloroso contemplamos Jesus carregando a Cruz no caminho do Calvário.

A cada passo se renovava a agonia do Senhor enquanto a pesada cruz esmagava seu ombro. “Quando o conduziam, requisitaram a um certo Simão de Cirene, que vinha do campo e o obrigaram a carregar a cruz atrás de Jesus. Acompanhava-o grande multidão de povo e de mulheres que se lamentavam e choravam-no.” A exemplo da Vítima Inocente, também nós devemos aceitar com resignação as duras provas que nos afligem pois só assim poderemos ser dignos de Jesus Cristo.
No Quinto Mistério Doloroso contemplamos a Crucificação e Morte de Jesus.

Depois de três horas de dolorosa agonia sobre a cruz, o espírito se separou da carne. O preço da nossa redenção estava pago. “Vieram, pois, os soldados e quebraram as pernas do primeiro e em seguida do outro, que havia sido crucificado com Ele. Mas ao chegaram a Jesus, vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas; mas um dos soldados abriu-lhe o lado com a lança, e no mesmo instante saiu sangue e água.” O plano de redenção estava terminado quando à parte de Jesus. Agora compete a nós fazermos a nossa parte.

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